Numa noite escura, fechada e patética à procura de estrelas; A lua se deixa no céu.
A noite, andava farta de estrelas pontiagudas e resolveu dar espaço para o espaço da lua. De repente, a noite ganhou brilho e a lua, ali, no seu espaço, cintilava... E o brilho das estrelas em volta, só fazia com que ela ficasse mais linda e se destacasse mais.
...
Agora sou eu quem me lembro de ti, quando vejo a lua. Ao vê-la ali, distraída e linda no céu. Imediatamente, me vem a imagem do seu sorriso e o brilho dos seus olhos quando diz; Amor olha a lua, que linda! Para mim, é como se fosse uma espécie de logomarca. Você e a lua.
Eu? Ah, eu era como a noite escura. Era também fechada e patética. Aí, de repente: Você.
Dei lugar pra você no espaço que era só um espaço. E farto como aquelas noites cheias de estrelas pontiagudas. E você, como a lua, se destacou cada vez mais perto das estrelas que forçavam brilho. E que de tanto forçar, mostrou-me, mais você em mim.
Eu com você no espaço... Opa! Eu com você no coração, que de tanto tempo sendo só um espaço, ficou enorme para caber você. E você veio tomando conta de tudo; Da casa, do amor, da noite. Colorindo dias e noites. Zelando, observando... Como a lua cuida da noite, a espera do sempre clarear do dia seguinte. Independente de sol ou não.
Marcelly Cillani.
vai exercitando. soltando as amarras das emoções, mas usando as razões das palavras, indo, vindo, fazendo digressões, mas tb dando forma, cor, deixando palpável e palatar. assim vc vai...exercitando. bjo.
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